24/10/2018

SulAmérica traz dicas de alimentação saudável para manter o equilíbrio e evitar doenças

Obesidade é uma condição que pode ser evitada por meio de mudanças no hábito alimentar e no estilo de vida

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 Manter uma alimentação saudável é fundamental para manter o organismo funcionando plenamente, evitar doenças e manter equilíbrio do corpo e da mente. Por isso, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, aproveitando o mês em que se comemora o Dia Mundial da Alimentação, apresenta dicas que devem ser adotadas no cotidiano para incorporar hábitos saudáveis na alimentação.

 

 

 "Cuidar da saúde deve ser uma constante, bem como zelar por ela de forma preventiva. Sabemos que uma alimentação balanceada combate doenças e colabora de forma essencial para o bem-estar, disposição e imunidade do indivíduo", avalia o vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Maurício Lopes.

 

 

 Dê preferência a alimentos frescos, evite temperos industrializados, carnes embutidas, sopas prontas e produtos com altos índices de sódio. Para substituir os lanches industrializados ao longo do dia, o consumo de frutas e oleaginosas, como castanhas, é recomendável para manter a energia.

 

 

 Ao escolher o que será consumido, é fundamental ler a embalagem dos produtos e pesquisar sobre sua composição. Isso porque alguns alimentos que parecem saudáveis são, na verdade, repletos de sódio, corantes, açúcar refinado, conservantes e gorduras saturadas. É o caso de sucos de caixinha, barrinhas de cereais, peito de peru, bolachas que se dizem integrais e temperos prontos. Vale lembrar que os ingredientes que aparecem primeiro nos rótulos dos produtos são os que estão presentes em maior quantidade.

 

 

 Já sobre o consumo de açúcar, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou, em 2015, recomendações de redução, para que adultos e crianças tenham uma vida mais saudável e previnam doenças.

 

 

 De acordo com a OMS, a quantidade de açúcar livre – monossacarídeo (como glicose e frutose) e dissacarídeo (como sacarose) – não deve passar de 10% do consumo diário de energia de uma pessoa. No entanto, a entidade também indicou que novos estudos demonstram que a redução para menos de 5% – o equivalente a seis colheres ou 25 gramas por dia – proporciona benefícios ainda maiores para a saúde.

 

 

 

 

Obesidade

 Uma das principais complicações provocadas ou intensificadas pela alimentação inadequada é a obesidade, caracterizada pelo excesso de gordura corporal e considerada fator de risco para doenças cardiovasculares, depressão, hipertensão, diabetes, refluxo gastroesofágico, artrose e alterações pulmonares. No Brasil, 56,8% dos brasileiros estão acima do peso e, destes, 18,9% são obesos.

 

 

 No mês em que se comemora o Dia Mundial de Combate à Obesidade, é preciso refletir sobre o tema, que é um dos maiores problemas de saúde pública do mundo e o segundo principal fator de risco para a carga global de doenças. Por meio de mudanças no estilo de vida, adotando uma alimentação equilibrada, acompanhamento profissional da saúde, e a prática de atividades físicas, é possível se manter no peso ideal.

 

 

 Planejar o preparo das refeições com antecedência, combinar adequadamente os itens que serão ingeridos, cozinhar de forma que os nutrientes sejam mantidos, evitar alimentos ultraprocessados e substituir a versão refinada dos alimentos por integral são práticas eficazes para uma nutrição saudável.

 

 

 Para avaliar a obesidade e o excesso de peso, leva-se em consideração o Índice de Massa Corporal (IMC), estimado pela relação entre o peso e a altura do indivíduo, expresso em kg/m2. Por exemplo, se a pessoa mede 1,70 e pesa 80Kg, seu IMC será de 27,7. De acordo com os números de referência do Ministério da Saúde, adultos entre 20 e 60 anos que apresentam o IMC acima de 30 são considerados obesos.

 

 

 Além de classificar o indivíduo em relação ao peso, o IMC também é um indicador de riscos para a saúde e tem relação com várias complicações metabólicas.

 

 

 Quando diagnosticado com obesidade, o tratamento é muito importante para reduzir o agravamento da doença e também o desenvolvimento de comorbidades, como diabetes e hipertensão. O acompanhamento envolve a atuação de uma equipe multidisciplinar, que inclui médicos, nutricionistas, psicólogos, entre outros.

 

 

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